O site Hollywood Reporter publicou uma matéria em que conta todo o processo de adaptação da obra de Jack Keroac, On The Road, para as telas cinematográficas, comentários dos atores que fazem parte do filme e conta também o por que a atriz Kristen Stewart, que faz a personagem Marylou , recebeu cerca de 10 % de seu salário de 20 milhões de dólares referente ao filme Amanhecer parte 2. Vale a pena conferir!

Marlon Brando recusou, a guerra de drogas no Mexico quase o derrubou e Francis Ford Coppola nunca conseguiu dirigi-lo — mas a super-estrela de “Crepúsculo” aceitou por menos de $200 mil para o diretor Walter Salles, e o romance da geração beat de Kerouac finalmente foi para as telas.
On The Road começou seu conturbado progresso com uma prece não respondida a Marlon Brando. “Querido Marlon,” escreveu o novelista beat, Jack Kerouac em uma carta de 1957,” Eu estou rezando que você irá comprar On The Road e irá fazer um filme dele. Não se preocupe com a estrutura, eu sei como comprimir e rearranjar um pouco… fazer tudo uma viagem ao invés de várias costa-a-costa no livro”. Ele adicionou: “Você interpreta Dean, e eu Sal. …. Vamos lá, Marlon, escreva!”
Brando nunca respondeu. 51 anos depois, no final de 2008, Walter Salles tinha seu próprio sonho sobre On The Road. “Nós estávemos perto do sinal verde quando a sistema financeiro americano implodiu,” diz o diretor. Um financiador francês, Pathe, quis drasticamente cortar o orçamento de 35 milhões de dólares para sua adaptação do livro de Kerouac, que definiu gerações.
A produtora Rebecca Yeldham, quem tinha visto outro filme de viagens na estrada com Salles – Diários de Motorcicleta de 2004, sobre a viagem pan-americana do jovem Che Guevara – ficou devastada quando ouviu as notícias. “O filme estava tão perto e nós tínhamos esse lindo elenco,” ela diz. “Nós estávamos fazendo tudo que podíamos para reduzir os custos e manter a visão de Walter, mas nós percebemos que não estávamos na mesma página [que Pathe]. Foi um momento muito deflacionador.”
“Era uma questão de integridade,” insiste o diretor. “Nós não podíamos responsavelmente fazer o filme.”
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BBessa
12/05/12 às 00:22

















