Na última semana, Kristen junto com elenco de Na Estrada esteve no TIFF, em Toronto. E, em uma entrevista junto com o Garrett Hedlund, descreveu sobre a construção do projeto, e ainda disse sobre como se sentia livre para improvisar com sua personagem Marylou, muito destemida e sedenta por aventuras. Acompanhe essa entrevista completa traduzida aqui, e veja um trecho abaixo.

Kristen Stewart xinga muito. Isso é ótimo; isso faz dela mais humana do que o ícone dos tablóides que ela relutantemente se tornou aos 22 anos. (Resumindo a história: Ela e seu co-star de Crepúsculo, Robert Pattinson, terminaram. Os motivos não são da minha conta, e nem de nenhum de vocês, honestamente. Mas os filmes Crepúsculo fizeram milhões de dólares e há um chegando em novembro, então aparentemente isso é novidade.)
“Nós conseguimos tantas histórias maravilhosas,” diz Hedlund. “De personagens reais tipo Al Hinkle, que está no livro como Ed Dunkel. O filho de Neal Cassady me contou muitas histórias maravilhosas, nós lemos muitas histórias de Off The Road, de Carolyn Cassady, maravilhosas histórias de gravações de LuAnne Henderson. Nós sempre tinhamos histórias para nos dar espaço para improvisar.”
Stewart diz que o fato de estar interpretando uma pessoa real – a já citada Henderson, que foi a base para a ficcional Marylou de Kerouac – a tornou um pouco mais cuidadosa a respeito de suas improvisações. “É sempre divertido ter liberdade e ter, tipo, acidentes felizes onde você vai, ‘Wow, isso é legal, eu não esperava por isso’,” Stewart diz, “Mas quando você está interpretando alguém que (realmente) existiu, você sabe…” E ela para, refletindo sobre sua posição. “Eu não quero desmerecer os sentimentos de interpretar um personagem que foi escrito por alguém,” ela continua. “Você se sente responsável pelo escritor e pelas pessoas quais o que o personagem afetou.“








Alessandra
09/09/12 às 20:34

















